
Pesquisa liga letras misóginas ao tráfico de mulheresFoi um duro golpe para a indústria fonográfica baiana. Desde que me lembro (e muito antes disso também) grupos de Axé emplacam, verão após verão, sucessos que nominam as mulheres de "ordinárias" em diante. Em tempos de pirataria, a renda dessas artistas vinha, sobretudo, de festivais financiados pela União, pela Bahia ou por seus municípios. VINHA. Na semana passada, a Assembléia Legislativa baiana aprovou uma lei que proíbe que verba pública seja usada para contratar ou patrocinar artistas cujas músicas "desvalorizem, incentivem a violência ou exponham mulheres à situação de constrangimento".
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