
O maquiador Mario Campioli com o airbrush usado nas modelos
Uma novidade daquelas chamou a atenção na preparação dos modelos para o desfile da marca OEstudio. Trata-se do airbrush, espécie de spray que pode ser usado para corrigir a pele com base ou mesmo para dar toques coloridos à maquiagem com produtos como sombra ou batom.
Quem levou a novidade para o backstage da marca foi o maquiador Mario Campioli, que há 25 anos trabalha com beleza e apenas recentemente entrou para o mundo dos desfiles. Expert em fazer efeitos especiais com maquiagem no cinema – trabalhou nos filmes "A Suprema Felicidade" e "Olga" – ele comanda seu segundo desfile em uma semana de moda. Defensor do uso da tecnologia na maquiagem, ele contou que sua aplicação equivale ao uso de um corretor, como aqueles usados no Photoshop. "Funciona cobrindo os pontos da pele, um a um. A precisão é impressionante porque a gente, com a mão e o pincel, não consegue um efeito tão uniforme".

A ferramenta permite que seja aplicada base, sombra ou até batom
O maquiador, que foi um dos primeiros a trazer o airbrush para o Brasil, também fez um trabalho de efeito especial no colo das modelos, que pareceu mais envelhecido. Para arrematar a concepção do desfile, Mario criou sardas fakes no rosto das meninas. A ideia era que elas parecerem bonecas. E não é que funcionou?

Modelos com o resultado final da maquiagem: pele homogênea e sardinhas falsas O maquiador, que foi um dos primeiros a trazer o airbrush para o Brasil, também fez um trabalho de efeito especial no colo das modelos, que pareceu mais envelhecido. Para arrematar a concepção do desfile, Mario criou sardas fakes no rosto das meninas. A ideia era que elas parecerem bonecas. E não é que funcionou?