LuisaM timeline RSSLuisaM timeline RSS2026-03-29T06:30:04+0000<![CDATA[LuisaM added new blog post]]>Originada ainda em 1934, a Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP) da Polícia Federal foi, como seu nome indica, o órgão fiscalizador e censor de conteúdos culturais e midiáticos. Foi instaurada de modo mais notório em 1972 e permaneceu ativo até 1988, ano em que se estabeleceu a atual Constituição Federal, marco do processo de redemocratização pós-ditadura. Em 1987, já num de seus atos finais, a DCDP não liberou a execução pública integral em mídias de “Bichos Escrotos”, hoje uma das músicas mais populares de Cabeça Dinossauro (1986), terceiro álbum de estúdio dos Titãs. O problema estava no trecho “vão se f#der”. “A versão analisada deixa vazar em seu discurso um sentimento de pessimismo, ao mesmo tempo que projeta uma imagem escatológica da realidade”, afirma o texto de 22 de maio do ano citado, presente no site do Arquivo Nacional. “Julgamos viável a liberação irrestrita da letra, uma vez suprimida ‘in totum’ a expressão ‘vão se f#der’ conforme pleiteia o interessado.” A leitura do documento citado foi responsável por abrir o show especial dos Titãs no Espaço Unimed, em São Paulo, no último sábado, 28, em celebração aos 40 anos de Cabeça Dinossauro — iniciando, também, uma turnê com quatro datas anunciadas e outras por vir. Talvez por isso, na hora de tocar “Bichos Escrotos”, o público tenha enchido a boca para gritar, junto do grupo, todos os “vão se f#der” previstos na letra.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil) Conforme prometido em entrevista à Rolling Stone Brasil, o repertório de 25 músicas tocado por Sérgio Britto (voz e teclados), Branco Mello (voz e baixo) e Tony Bellotto (voz e guitarra), com apoio dos guitarristas Beto Lee e Alexandre de Orio e do baterista Mário Fabre, é essencialmente pesado. Das 25 músicas — as 13 de Cabeça Dinossauro na ordem original e 12 de outros trabalhos —, talvez apenas uma possa ser encaixada como balada (“A... Read more

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2026-03-29T06:30:04+0000
<![CDATA[LuisaM added new blog post]]> Más de 2.000 millones de euros, esa es la cifra (redondeada y con conversión de divisa mediante) que cuenta la historia de Laurene Powell Jobs, viuda de Steve Jobs. Sin embargo, no se ha gastado la mitad de su fortuna a golpe de excesos, derroche y una mala gestión del patrimonio sino por el cumplimiento de una promesa. Quién es Laurene y de dónde viene su fortunaLaurene Powell estuvo casada con el fundador de Apple desde 1991 hasta la muerte de Jobs en 2011 y juntos tuvieron tres hijos. Se conocieron en la Universidad de Stanford, cuando ella estudiaba un Máster en Administración de Empresas y él ya era una figura conocida en Silicon Valley.  Aunque durante años se mantuvo en un segundo plano, lo cierto es que siempre tuvo proyectos propios, sobre todo ligados al ámbito de la educación. Fue tras la muerte de su marido cuando pasó a gestionar una de las mayores fortunas del mundo tecnológico, heredada principalmente en forma de acciones de Apple y de The Walt Disney Company (por la venta de Pixar). Familia Jobs Menos dinero, pero no por lo que pareceDesde entonces, según ha publicado 'El Economista', su patrimonio se ha reducido en unos 5.000 millones de dólares, aproximadamente la mitad de lo que heredó. ¿El motivo? No es ni misterioso ni dramático sino que ha estado donando grandes cantidades de dinero a proyectos sociales. Se calcula que ha donado anualmente el 10% de sus acciones de Disney desde el fallecimiento de su marido. Aunque para medir el impacto de forma realista también hay que tener en cuenta que dichas acciones han seguido subiendo de valor. Además, más que de una pérdida como tal, se trata de cumplir el deseo compartido con su marido de repartir su riqueza. De hecho, ella misma ha explicado en varias ocasiones que su intención es que esa fortuna no la sobreviva. "Si vivo lo suficiente, esa fortuna no me sobrevivir... Read more

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2026-03-26T04:11:04+0000
<![CDATA[LuisaM added new blog post]]> O meio-campista Jorginho, do Flamengo, usou as redes sociais neste sábado (21) para criticar a equipe de segurança da cantora Chappell Roan após um suposto episódio envolvendo sua família em um hotel de São Paulo. Segundo o jogador, sua esposa, Catherine Harding, e a filha Ada, de 11 anos, estariam hospedadas no mesmo local que a artista, que está na cidade para se apresentar no Lollapalooza Brasil.    De acordo com o relato de Jorginho, a menina, fruto de um relacionamento de Catherine com o ator Jude Law em 2014, teria reconhecido a cantora durante o café da manhã e, curiosa, passado próximo à mesa apenas para confirmar se se tratava mesmo da artista. Em seguida, ela teria retornado para junto da mãe, sem tentar qualquer abordagem direta.    O problema, ainda segundo Jorginho, teria ocorrido pouco depois. Um segurança teria se aproximado da família e feito uma advertência em tom considerado “extremamente agressivo”, pedindo mais respeito. O jogador afirma que o profissional teria acusado a criança de comportamento inadequado e supostamente ameaçado registrar uma reclamação formal ao hotel. A situação, conforme o relato do atleta, teria abalado a menina, que teria deixado o local chorando ao lado da mãe. Indignado, Jorginho se manifestou publicamente. “Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio”, escreveu. Em outro trecho, também criticou a postura da equipe da artista: “É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”. Até o momento, nem Chappell Roan nem sua equipe haviam se pronunciado oficialmente sobre o caso. Confira a postagem do atleta a seguir: Jogador do Flamengo acusa segurança de Chappell Roan de postura ‘extremamente agressiva’ com filha e esposa (Reprodução) LEIA TAMBÉM: Chappell Roan: o possível setlist no Lollapalooza Brasil 2026 O post Jogador do Flamengo acusa segurança de Chappell... Read more

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2026-03-22T06:30:03+0000
<![CDATA[LuisaM added new blog post]]> No es una de esas series de las que todo el mundo habla o de las que una campaña de marketing millonaria hace que esté en todas partes. Aún así, 'Engaños' (o 'Fool Me Once', si eres de los que prefiere quedarse con el título original) la serie acumula alrededor de 107 millones en los informes globales oficiales de la plataforma. Aunque otras estimaciones elevan la cifra por encima de los 131 millones, ya que Netflix no actualiza las cifras en tiempo real. Tal vez este éxito tan orgánico se deba a que su premisa es tan sencilla como efectiva, adaptación de la novela homónima de Harlan Coben: una mujer (Michelle Keegan) ve en la cámara de seguridad de su casa a su marido… después de haberlo enterrado. A partir de ahí, todo escala rápido. Secretos familiares  relacionados con la muerte de su hermana, conspiraciones relacionadas con la riqueza de la familia del hombre y giros que no siempre tienen sentido, pero que funcionan como ficción de Netflix. 'Engaños' no juega a querer ser la serie más brillante del catálogo, pero sí juega a intentar ser la más adictiva. Y lo consigue a juzgar por los números. No solo por los que ya hemos dado sino por todos los que recogemos a continuación: fue la serie más vista de Netflix en la primera mitad de 2024, año en el que superó los 12.100 millones de minutos reproducidos. Además, alcanzó el Top 10 de series en 91 países y llegó a ocupar el primer puesto en 75.  Actualmente, es la segunda miniserie más vista de la plataforma, solo superada por 'Adolescencia'. Tiene ese ritmo de thriller británico que no da tregua, mezclado con un punto de culebrón elegante y, sobre todo, una habilidad casi matemática para dejarte en el peor momento posible al final de cada episodio. La parte más interesante es que, a pesar de su éxito, no es una serie especialmente bien valorada. ... Read more

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2026-03-19T04:11:04+0000
<![CDATA[LuisaM added new blog post]]>Anualmente, às vésperas do Oscar, um evento satírico acontece em Los Angeles: o Framboesa de Ouro, que seleciona os maiores fracassos e piores atuações de Hollywood. Em 2026, quem liderou a premiação humorística foi a nova versão de A Guerra dos Mundos da Prime Video, protagonizada pelo rapper Ice Cube (Anaconda). Lançado em agosto passado, o longa conquistou, a contragosto, os troféus de Pior Filme, Pior Ator para Ice Cube, Pior Diretor para Rich Lee, Pior Roteiro para Kenny Golde & Marc Hyman e Pior Remake ou Sequência. Assim como no Oscar 2026, o Brasil também apareceu na lista de piores: a atriz Isis Valverde (Quarto do Pânico) concorria por seu papel em Código Alarum, longa com Sylvester Stallone, mas o prêmio acabou indo para a filha do astro da ação, Scarlet Rose Stallone, por seu trabalho em Terra de Pistoleiros. Por fim, Kate Hudson, indicada ao Oscar por Song Sung Blue, levou o Prêmio Framboesa de Redenção — concedido a um ex-indicado ao Framboesa de Ouro que se tornou “um artista respeitado” após fracassos críticos ou comerciais. Hudson já foi indicada ao prêmio de Pior Atriz pelos filmes Amigos, Amigos, Mulheres à Parte (2008), O Maior Amor do Mundo (2016) e Music (2021). Confira a lista completa de vencedores do Framboesa de Ouro 2026 a seguir: Pior Filme The Electric State Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes Branca de Neve Star Trek: Section 31 A Guerra dos Mundos — VENCEDOR Pior Ator Ice Cube (A Guerra dos Mundos) — VENCEDOR Dave Bautista (Nas Terras Perdidas) Scott Eastwood (Código Alarum) Jared Leto (Tron: Ares) Abel “The Weeknd” (Hurry Up Tomorrow) Pior Atriz Ariana DeBose (O Amor Dói) Milla Jovovich (Nas Terras Perdidas) Natalie Portman (Fonte da Juventude) Rebel Wilson (Bride Hard) — VENCEDORA Michelle Yeoh (Star Trek: Section 31) Pior Remake ou Sequência Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado Five Nights at Freddy’s 2 Smurfs Branca de Neve A Guerra dos Mundos — VENCEDOR Pior Atriz Coadjuvante Ann... Read more

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2026-03-15T06:30:04+0000